O que eu faço?

Meu nome é Rhobson Pompz! Um desenhista do cyberuniverso da comunicação atual e futura. Meu trabalho é transformar mensagens em experiências. Totalmente multimídia e persistente, posso criar, desde simples layoutes, até desenhos animados ou vídeos mais complexos. Tento unir a paixão pelas formas, proporções e o impacto disso nas experiências visuais entre humanos e interfaces. Seja no papel, no smartphone ou no banco de uma espaçonave, a comunicação é uma brisa sem fim! 😀
Histórico Profissional

Foi quando comecei a trabalhar na área da arte. Nesta época eu comecei desenhando para tatuadores. Trabalhei como pintor de esculturas no Carnaval de São Paulo pela escola de samba Camisa Verde e Branco e um evento incrível no Sesc chamado: Mitos que vêem da Mata, em 1998. Depois fiz muitos grafites para o comércio local. Com um pouco de dindin, consegui comprar o equipamento para tatuar e tatuei por um bom tempo. Em 99 eu comecei a desenhar para uma estamparia. Fazia os fotolitos em nanquim no papel vegetal. Então o Ale, dono da estamparia, me apresentou o Sabugo, dono de uma marca foda de skate. Ele perguntou se eu sabia desenhar no computador e eu arrisquei dizendo que sim. Comprei meu primeiro PC e meti as caras. Photoshop 5. Não é CS5! Além do Corel Draw 6, Page Maker 6.5 e muita mas muuuita força de vontade. Nesta época eu também comecei fazer músicas eletrônicas com Hammer head, Sound Forge, Acid e depois, com o lendário Fruit Loops.
Na virada do milênio eu resolvi arrumar um emprego fixo. Procurei em anúncios de jornal e encontrei uma vaga de diagramador. Entrei num sub-estúdio da Editora Escala, chamado Mid West na Casa Verde. Lá eu aprendi, não só diagramar, mas a arrumar computadores, editar conteúdos, fotografar, retocar e manipular fotografias além de formar minha primeira equipe. No começo eu diagramava e ilustrava revistas de todos na editora. Depois, me passaram projetos de uma editora chamada Xanadú, de conteúdos "eróticos" e imagens "picantes" de garotas que meu chefe fotografava com sua Mavica de disquete. Logo em 2001 criei minha primeira revista underground chamada Olho de "Porko". Era como um fanzine Punk em forma de revista, com histórias em quadrinhos que fiz satirizando a Casa dos Artistas e a treta americana com os Árabes. A revista não passou da primeira edição, mas me recordo que foi a que mais recebi cartas físicas. A galera pirava mesmo! Depois, pra tentar provar que eu não era apenas um tranqueira, criei junto com o Fábio Cosman, a revista chamada Cyber Mondo de ciência e tecnologia, que teve diversas edições inclusive versões especiais. Em 2003 criei títulos automotivos diferentes do padrão 4 rodas. A Old Cars trazia carros antigos, como se fosse de época, com comparativos e rinchas que meu pai me contava. Dojão vs Maverick, Fusca vs Fiat 147 e poraí vai... A revista foi um sucesso e desde então toquei vários títulos do gênero como: Carangos, Antigos de Garagem, Tuning Car, 100% Veneno e versões especiais com pôster. Depois disso trabalhei na revista semanal Flash, que tinha uma equipe incrível e raladora. Fechamentos às 6h da manhã de sábado, virados de sexta-feira, eram comuns. No total foram 7 anos de trabalho pra Editora Escala. Um aprendizado que serei eternamente grato.
Foi quando migrei da editora para agência. O primeiro trabalho foi na TV1. Entrei lá como freela para fazer a finalização e lapidação gráfica de um anúncio sobre o prêmio Caboré. Depois deste job, entrei na agência Trade, também como arte finalista em algumas peças da Nestlé, Ri Happy e Pernambucanas. Melhorei muito meu retoque de imagem lá com o Japa da Pernambucanas, cara foda! Logo fiz algumas ilustrações e acabei indo parar no setor de criação do Wal Mart. Lá se fazia parte dos tablóides distribuídos pelos supermercados. Passei pela agência Morya também trabalhando para o Wal Mart finalizando tabóides, uma verdadeira prova de resistência pra um designer. Existe até um rap feito por uns caras que diagramavam tablóide. No final de 2008 eu estava entrando na humilde agência Noz, atual Nuts. Lá conheci o Rod crescemos e evoluímos muito. A agência Noz se juntou com a DUBB e se tornou a Nuts. Neste momento, a agência já estava maior. Criei a Pompz também junto com Rod, continuamos atendendo a Nuts em crescimento, e um tempo depois nos juntamos novamente. E nisso se passaram mais 7 anos com a minha saída no final de 2016 na tentativa de ter meu próprio negócio de camisetas que ainda funciona mas que está sendo tocado por minha esposa. Agora em 2018 estou de volta à minha praia!

Pronto pra fazer seu job e te ajudar no que eu puder. 😀


Anos de experiência



Respirando comunicação



Desenhando pra acalmar



Fuçando em computador



Ferramentas

Visão rápida de experiência técnica em softwares, ferramentas de comunicação, design e computação gráfica.

Photoshop

95 %

After Effects

83 %

Indesign

96 %

Illustrator

87 %

Foundry Modo 3D

81 %

Keynote

87 %

Power Point

94 %

Xperience Design

93 %

Sketch

73 %

CSS code

82 %

WordPress

86 %

Google Universe

88 %

Mac OSX

92 %

Hackintosh

94 %


Não tenho 100% de conhecimento em nenhum deles. Ainda bem! Assim podemos aprender sempre! 😀


Por que o Pompz?

Os pilares que formam meu estilo profissional.


Solução Turbo

Agilidade máxima em situações críticas.


Responsa Blindada

Compromisso extremo com o combinado.


Qualidade Fina

Cuidado primordial com todas etapas do job.


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